Microsoft Community Launch 2010 – São Paulo – SP

Filed Under (.NET 4.0, Visual Studio 2010) by Vinicius Quaiato on 11-03-2010

Tagged Under : , , , , ,

Dia 20 de março a Microsoft realizará um grande evento com o apoio da comunidade para divulgar e apresentar diversas tecnologias.

O evento ocorrerá simultaneamente em diversas cidades do país. Em São Paulo, nós do .NET Architects participaremos do lançamento das seguintes tecnologias:

Visual Studio 2010 e .NET Framework 4.0


Palestras práticas e dinâmicas cobrindo as novas funcionalidades através de demos:

  • Novidades da IDE Visual Studio 2010
  • Novidades do .NET Framework 4.0
  • ASP.NET Web Forms 4
  • ASP.NET MVC
  • Entity Framework 4.0
  • TDD no Visual Studio 2010
  • Diagramas de Arquitetura
  • Linguagens e programação dinâmica

Teremos a presença dos palestrantes

  • Giovanni Bassi
  • Victor Cavalcante
  • Leandro Daniel
  • Fabio Margarito
  • Vinicius Quaiato
  • Daniel Fonseca

Local:
IFSP – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – São Paulo
Rua Pedro Vicente, 625 – Canindé – São Paulo – SP – Brasil
(Rua do metrô armênia com acesso direto pela Av. Cruzeiro do Sul, ao lado do Shopping D.)


Exibir mapa ampliado

Este é um evento feito para profissionais e estudantes, não perca!
Faça sua inscrição gratuita (Em breve).

Acompanhe no Twitter pelas hashtags:
#CommunityLaunchSP e #DotnetArchitects.

No site:
http://dotnetarchitects.net

E aqui no blog!

Qualquer dúvida, mail vinicius.quaiato [at] gmail.com

Dynamic Types na .Net Magazine #71

Filed Under (.NET 4.0, Publicações, Visual Studio 2010) by Vinicius Quaiato on 08-03-2010

Tagged Under : , , ,

Capa .NET Magazine #71

Capa .NET Magazine #71

Fala galera!

Foi publicado mais um artigo meu na .Net Magazine, edição 71.

O artigo fala sobre Dynamic Types e mostra alguns cenários de utilização das novas funcionalidades dinâmicas incorporadas ao .Net Framework 4.0.
Uma pequena amostra pode ser conferida aqui: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=16159

Esta edição está bem bacana, focando principalmente nas novidades do .Net 4.0 e do Visual Studio 2010. Vale conferir, temos também os seguintes artigos das feras:

 

 

 

 

  • .Net Brasil – Por: Rodrigo Sendin
  • Dynamic types – Por: Vinicius Quaiato
  • Dicas para otimizar o acesso ao SQL Server – Por: Danielle da Silva Monteiro
  • Visual Studio 2010 e .NET 4.0 – Por: Leandro Daniel
  • Criando controles personalizados no ASP.NET – Por: Thomas Alexander
  • SharePoint – Por: Braian Takahira
  • Produtividade com T4 – Por: Rodrigo Sendin
  • Desenvolvimento Desktop no .NET – Por: Everton Coimbra de Araújo
  • ASP.NET e ADO.NET – Por: Erysson Batista Barros de Souz

Deve chegar nas bancas nos próximos dias!

Por favor dêem seu feedback, é realmente muito importante!

Abraços,
Vinicius Quaiato.

Entity Framework 4.0: Utilizando many-to-many com POCOs

Filed Under (.NET 4.0, Entity Framework) by Vinicius Quaiato on 01-03-2010

Tagged Under : , , , ,

Fala galera, recebi algumas dúvidas por e-mail e vamos resolver aqui.
Vamos trabalhar com relações many-to-many utilizando POCO e o Entity Framework 4.0.
Para ver como trabalhar com POCO no EF4 veja este post aqui.

Vamos fazer um exemplo bem simples, trabalhando com produtos e lojas. Cada produto poderá estar em muitas lojas, e uma loja poderá conter muitos produtos.
Abaixo temos o desenho de nosso modelo inicial:

Modelo de Classes Entity Framework 4.0

Modelo de Classes Entity Framework 4.0

Feito isso vamos criar uma associação entre nossas entidades, como pode ser visto abaixo:

Criando associação no modelo do EF 4.0

Criando associação no modelo do EF 4.0

Definindo a Associacao Many-To_Many no EF 4.0

Definindo a Associacao Many-To_Many no EF 4.0

Feito isso basta salvarmos nosso modelo e gerar o banco de dados. Lembrando de desmarcar a opção de geração de código no modelo (veja aqui como fazer isso).

Nossas classes ficarão simples, como não poderia deixar de ser.
Abaixo vemos a classe Produto, que como pode-se notar não possui nenhuma dependência do entity Framework e nem conhece nada relacionado com banco de dados:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
public class Produto
{
    public virtual int Id { get; set; }
    public virtual string Nome { get; set; }
    public virtual decimal ValorSugerido { get; set; }
    private IList<Loja> lojasOndeVende = new List<Loja>();
    public virtual IList<Loja> LojasOndeVende
    {
        get
        {
            return this.lojasOndeVende;
        }
        set
        {
            this.lojasOndeVende = value;
        }
    }
}

Abaixo temos a classe Loja:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
public class Loja
{
    public virtual int Id { get; set; }
    public virtual string Nome { get; set; }
    public virtual string Cidade { get; set; }
    private IList<Produto> produtosQueVende = new List<Produto>();
    public virtual IList<Produto> ProdutosQueVende
    {
        get
        {
            return this.produtosQueVende;
        }
        set
        {
            this.produtosQueVende = value;
        }
    }
}}

E aqui temos nossa classe de contexto do Entity Framework, que também criamos, de forma bastante simples:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
public class EF4Context : ObjectContext
{
    public EF4Context()
        : base("name=ModeloManyToManyContainer", "ModeloManyToManyContainer") { }
 
    private IObjectSet<Produto> produtos;
    public IObjectSet<Produto> Produtos
    {
        get
        {
            if (produtos == null)
                produtos = CreateObjectSet<Produto>();
 
            return produtos;
        }
    }
 
    private IObjectSet<Loja> lojas;
    public IObjectSet<Loja> Lojas
    {
        get
        {
            if (lojas == null)
                lojas = CreateObjectSet<Loja>();
 
            return lojas;
        }
    }
}

E isto é tudo que precisamos. Já podemos trabalhar com nossas entidades de forma a terem a relação Many-to-Many feita e funcionando.
Criei uma aplicação console para demonstrar isso. O método abaixo faz algumas inserções no banco, e o resultado da consulta pode ser visto na imagem a seguir:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
private static void InserirNovosProdutosELojas()
{
    var contexto = new EF4Context();
 
    var produto = new Produto();
    produto.Nome = "Produto de Soja";
    produto.ValorSugerido = 10;
 
    var produto2 = new Produto();
    produto2.Nome = "Produto de tofu";
    produto2.ValorSugerido = 10;
 
    var loja = new Loja();
    loja.Nome = "Loja do Vinicius";
    loja.Cidade = "São Paulo";
    loja.ProdutosQueVende.Add(produto);
 
    var loja2 = new Loja();
    loja2.Nome = "Loja Vegetariana";
    loja2.Cidade = "São Paulo";
    loja2.ProdutosQueVende.Add(produto);
    loja2.ProdutosQueVende.Add(produto2);
 
    contexto.AddObject("Produtos", produto);
    contexto.AddObject("Produtos", produto2);
    contexto.AddObject("Lojas", loja);
    contexto.AddObject("Lojas", loja2);
 
    contexto.SaveChanges();
 
    Console.ReadKey();
}

Reparem que apenas adicionamos os produtos nas lojas, e não precisamos adicionar as lojas aos produtos também. O Entity Framework é esperto para fazer essa associação.

Aqui podemos ver uma saída gráfica das nossas relações:

Resultado da relação Many-to-Many

Resultado da relação Many-to-Many

Bom pessoal, éisso aê. A relação Many-to-Many com POCOs no Entity Framework 4.0 é bastante simples e natural. Não requer passos adicionais e nem complicados.

Qualquer dúvida, crítica ou sugestão, deixem seus comentários ou podem escrever email.

Att,
Vinicius Quaiato.

Asp.Net Ajax Library: Nova biblioteca do Asp.Net 4.0

Filed Under (.NET, .NET 4.0) by Vinicius Quaiato on 26-02-2010

Tagged Under : , , , ,

Asp.Net Ajax Library é uma nova biblioteca JavaScript que nos permite criar aplicações orientadas a dados de forma simples e prática.

Ela difere do Ajax Control Toolkit no sentido de que todos os seus controles e funcionalidades rodam inteiramente no client, ou seja, é possível utilizar o Ajax Library em páginas 100% html, nenhum code behind, nenhum arquivo .aspx e nenhum arquivo .cs (é possível trabalhar com .aspx e codebehind, só não é obrigatório).

Para realizarmos este exemplo vamos fazer o download da biblioteca no CodePlex neste link: http://ajax.codeplex.com/

Neste exemplo veremos como gerar uma tabela de dados contendo o nome de algumas bandas e suas respectivas fotos.
Não utilizaremos ainda acesso a webservices, trabalharemos com dados locais.

Para isso criaremos um projeto Asp.Net WebSite vazio, e adicionaremos um arquivo html, chamado Default.htm (Sim, nossa aplicação toda executará em um arquivo .htm).
Vamos adicionar ao projeto os arquivos .js que fazem parte da biblioteca, como mostra a imagem abaixo:

Feito isso adicionarei os trechos de código abaixo na página Default.html. Separei em dois blocos para mostrar primeiro o código JavaScript e depois o código HTML, no final colocarei o código completo da página.

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
<script src="Scripts/Start.js" type="text/javascript"></script>
<script type="text/javascript">
    Sys.require([Sys.components.dataView],
        function () {
            var bandas = [
                { Nome: 'Metallica', Foto: 'metallica.jpg' },
                { Nome: 'The Smiths', Foto: 'smiths.jpg' },
                { Nome: 'Depeche Mode', Foto: 'depeche.jpg' },
                { Nome: 'Los hermanos', Foto: 'hermanos.jpg' }
            ];
            Sys.create.dataView("#corpo",{data: bandas});
        });  
</script>

Como pode ser visto na linha 1 estou adicionando uma referência para o arquivo Start.js, que faz parte do Asp.Net Ajax Library, e adicionamos no nosso projeto.
Na linha 3 começa a acontecer a “mágica”. Chamamos o método require que recebe neste caso dois parâmetros. O primeiro é uma biblioteca a ser carregada, neste caso o Sys.components.dataView. o segundo parâmetro é uma função a ser executada depois que a biblioteca foi carregada, ou seja, seus recursos já estão disponíveis.
Um dos principais recursos para a exibição de dados é o DataView. DataView é basicamente um template, criamos marcações HTML e então pedimos para o Ajax Library transformar em um dataview.
Da linha 5 até linha 10 eu crio um objeto utilizando notação JSON, contendo o nome de uma banda, e o nome de um arquivo com a imagem da banda, bastante simples. Este objeto será nossa fonte de dados.
Na linha 11 ocorre o bind dos dados. Utilizando o Sys.create.dataView passamos como primeiro parâmetro o id de um elemento HTML onde deve ser criado o dataview. E como segundo parâmetro dizemos que o objeto bandas deve ser usado como fonte de dados.
Bastante simples.

Abaixo está o código HTML, onde definimos o elemento que será o dataView:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
<table>
    <thead>
        <tr>
            <th>Banda</th>
            <th>Foto</th>
        </tr>
    </thead>
    <tbody id="corpo" class="sys-template">
        <tr>
            <td>
                <span>{{Nome}}</span>
            </td>
            <td>
                <img sys:src="{{Foto}}" width="100" height="100" />
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>

Apenas criamos uma table, simples. Na linha 8 está um detalhe importante pois utilizamos uma class chamada sys-template. Esta class é necessária para que o Ajax Library reconheça este elemento como um template com o qual ele poderá trabalhar.
Na linha 11 criamos um span e como valor do span utilizamos a marcação {{Nome}} que diz para o Ajax Library que ali deve ser colocado o campo Nome da fonte de dados que passamos para ele.
Na linha 14 fazemos quase a mesma coisa, a diferença é que ao invés de utilizarmos o atributo src do elemento img, utilizamos sys-src, pois o valor deste atributo {{Foto}} está entre as aspas, e é com o sys-src que o Ajax Library consegue fazer o bind corretamente.

Pronto! Agora temos nossa aplicação funcionando, realizando o bind da nossa fonte de dados, e exibindo tudo da maneira desejada. Como mostra a figura abaixo:

Página usando Asp.Net Ajax Library

Página usando Asp.Net Ajax Library

O código completo da página Default.html está aqui:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd">
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">
    <head>
        <title></title>
        <script src="Scripts/Start.js" type="text/javascript"></script>
        <script type="text/javascript">
            Sys.require([Sys.components.dataView],
                function () {
                    var bandas = [
                        { Nome: 'Metallica', Foto: 'metallica.jpg' },
                        { Nome: 'The Smiths', Foto: 'smiths.jpg' },
                        { Nome: 'Depeche Mode', Foto: 'depeche.jpg' },
                        { Nome: 'Los hermanos', Foto: 'hermanos.jpg' }
                    ];
                    Sys.create.dataView("#corpo",
                     {
                         data: bandas
                     });
                });  
        </script>
    </head>
    <body>
        <table>
            <thead>
                <tr>
                    <th>Banda</th>
                    <th>Foto</th>
                </tr>
            </thead>
            <tbody id="corpo" class="sys-template">
                <tr>
                    <td>
                        <span>{{Nome}}</span>
                    </td>
                    <td>
                        <img sys:src="{{Foto}}" width="100" height="100" />
                    </td>
                </tr>
            </tbody>
        </table>
    </body>
</html>

Bom pessoal, por hoje é isso. O Asp.Net Ajax Library possui uma série de recursos e controles incríveis. São 3 tipos diferentes de bindings, e os bindings podem ser feitos de maneiras variadas.
Pretendo ir dando mais detalhes e informações por aqui, na medida do possível.
Alguns How To podem ser vistos aqui.

Comentário, críticas e sugestões são bem vindos.

Att,
Vinicius Quaiato.

PLINQ: Paralelismo no .Net 4 com Parallel LINQ

Filed Under (.NET 4.0, Visual Studio 2010) by Vinicius Quaiato on 24-02-2010

Tagged Under : , , ,

Fala galera. Vou abordar um pouco do PLINQ neste post.

Parallel LINQ, ou PLINQ, é uma implementação do padrão LINQ que trabalha de forma paralela sobre qualquer fonte de dados em memória que implemente IEnumerable ou IEnumerable<T>, possuindo ainda a execução adiada até o momento em que a query é enumerada, ou seja, de fato utilizada.

Umas das novidades é o extension AsParallel que está disponível em IEnumerable e IEnumerable<T>. AsParallel diz que à partir daquele momento as operações realizadas sobre aquela fonte de dados serão executas de forma paralela, é bem simples. O código abaixo demonstra isso:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
static void Main(string[] args)
{
    var numeros = Enumerable.Range(0, 10);
 
    var dobrados = from n in numeros.AsParallel()
                   select Dobro(n);
 
    foreach (var dobro in dobrados)
        Console.WriteLine(dobro);
 
    Console.ReadKey();
}
 
private static int Dobro(int numero)
{
    Thread.Sleep(500);
    return numero * 2;
}

Como vemos na linha 5 estamos chamando o método AsParallel na nossa coleção de números. Então apenas chamamos um método passando o número como parâmetro. Este método apenas congela a thread por meio segundo para que possamos notar como os valores são executados de forma paralela. Na imagem abaixo temos o resultado:

Enumerando com AsParallel do PLINQ

Enumerando com AsParallel do PLINQ

O PLINQ também permite de forma simples e fácil especificar quantos processadores queremos utilizar para executar as operações paralelas. É possível especificar até um máximo de 64 processadores (ô loco meu!).
Abaixo segue a alteraçãono código anterior especificando 2 processadores a serem utilizados (só tenho 2):

5
6
    var dobrados = from n in numeros.AsParallel().WithDegreeOfParallelism(2)
                   select Dobro(n);

Na linha 5 do nosso código adicionamos uma chamada para a extensão WithDegreeOfParallelism e passamos como parâmetro o total de processadores a ser utilizado. No mais o código permanece exatamente igual.

Outro recurso bastante interessante é realizar o processamento paralelo e conseguir que o resultado seja ordenado. Isso é possível utilizando a extension AsOrdered.
No código anterior poderíamos utilziar AsParallel e continuar realizando o processamento de forma paralela mas mantendo a saída ordenada, como pode ser visto abaixo:

5
6
    var dobrados = from n in numeros.AsParallel().AsOrdered()
                   select Dobro(n);

A saída pode ser vista na imagem abaixo:

PLINQ usando AsParallel com AsOrdered

PLINQ usando AsParallel com AsOrdered

Existem ainda diversos recursos no PLINQ. Em breve abordarei mais sobre eles aqui.
Uma boa documentação está disponível no MSDN aqui, aqui e aqui.

Comentários, críticas e sugestões, basta escrever.

Att,
Vinicius Quaiato.

Visual Studio 2010 RC lançado

Filed Under (.NET 4.0, Visual Studio 2010) by Vinicius Quaiato on 18-02-2010

Tagged Under : , ,

vs2010 logoFala galera!
Dia 10 de fevereiro, se não me engano, tivemos a liberação da versão RC (Release Candidate) do Visual Studio 2010 para download.

O link para download é este: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=457bab91-5eb2-4b36-b0f4-d6f34683c62a&displaylang=en

Você pode obter mais informações sobre esta versão aqui: http://msdn.microsoft.com/pt-br/vstudio/dd582936.aspx

Algumas informações (comentários, bugs e melhorias) podem ser vistas aqui no blog do Scott Guthrie.

Estou preparando mais alguns posts sobre funcionalidades do VS2010, e logo mais estarão por aqui.

É isso, espero que utilizem, dêem seu feedback, e se divirtam!

Att,
Vinicius Quaiato.

Entity Framework 4 – Model First com POCOs

Filed Under (.NET, .NET 4.0, Boas Práticas, Entity Framework, Visual Studio 2010) by Vinicius Quaiato on 27-01-2010

Tagged Under : , ,

Fala galera, de buenas? Resolvi escrever um pouco sobre o Entity Framework 4.0 (na verdade é a versão 2 do EF mas para acompanhar o .NET 4.0 ele será chamado assim também).

Hoje vou mostrar uma característica bem interessante, que é o model first trabalhando com POCOs.
Model First diz respeito a primeiro criar suas entidades, ou seja, suas classes, e somente depois modelar o banco de dados – e é isto que queremos fazer quando desenvolvemos aplicações usando Orientação a Objetos, não é?
POCOs são classes simples, que não herdam nem implementam nenhuma outra classes/interface específica de frameworks, dizendo respeito exclusivamente ao nosso domínio e contendo apenas o necessário ao nosso domínio.

Para começar vamos criar um projeto de testes e adicionar um arquivo .edmx como mostra a figura abaixo:



Feito isso vamos selecionar o tipo de modelo “empty model”:

Selecionando o empty model

Selecionando o empty model


Pronto!
Vamos então adicionar duas entidades ao nosso design surface. Estas serão nossas entidades POCO, ou seja, não terão nenhuma dependência do Entity Framework, nem do Linq, nem de nada, é apenas o nosso modelo de classes, vamos ainda desabilitar a geração de código do Visual Studio, para que ele não “polua” as classes:


E então clicamos na parte branca do design e abrimos a janela de propriedades para desabilitar a geração de código:


Estamos a meio caminho andado. Pode parecer muito trabalho a ser feito, mas isso não leva mais do que 2 minutos. É realmente simples e os resultados são muito bons.
Agora vamos para a parte bacana, codificar nossas classes.
Vamos iniciar codificando as classes Pedido e ItemPedido, que são classes realmente bastante simples:

public class Pedido
{
    public virtual int Id { get; set; }
    private IList<ItemPedido> itens = new List<ItemPedido>();
    public virtual IList<ItemPedido> Itens
    {
        get { return this.itens; }
        set { this.itens = value; }
    }
}
 
public class ItemPedido
{
    public virtual int Id { get; set; }
    public virtual string Produto { get; set; }
    public virtual int Quantidade { get; set; }
    public virtual Pedido Pedido { get; set; }
}

Os virtuais que usamos nas nossas classes são para que o Entity Framework possa fazer o “tracking” dos nossos objetos. Internamente ele criará proxies para nossas classes. Em um primeiro momento basta colocarmos as propriedades como virtual e ele se encarregará de tudo, isso ainda ajudará no Lazy Loading.

Agora, como desabilitamos a geração de código, precisamos também criar o nosso contexto do EF. Isso é bastante simples, e neste cenário nos obrigará a escrever apenas umas 10 linhas de código, como pode ser visto abaixo:

public class EF4Context : ObjectContext
{
    public EF4Context()
        : base("name=EF4Container", "EF4Container") { }
 
    private IObjectSet<Pedido> pedidos;
    public IObjectSet<Pedido> Pedidos
    {
        get
        {
            if (pedidos == null)
                pedidos = CreateObjectSet<Pedido>();
 
            return pedidos;
        }
    }
}

Feito isso nos resta apenas gerar o banco de dados. Como dissemos, geramos primeiro nossas classes, sem nos preocupar em como estes dados seriam armazenados, conseguimos focar puramente no nosso domínio e no nosso modelo, afinal estamos pensando em classes e objetos, e não em linhas/tuplas de banco, chaves, índices, etc.
O Visual Studio irá gerar o código necessário para nosso banco de dados veja abaixo:


Agora é só executar o SQL gerado:


Se vocês fizeram tudo certinho até o momento, devem ser capazes de executar os seguintes códigos de testes com sucesso:

[TestMethod]
public void Deve_Adicionar_Um_Pedido_No_DB_Usando_Contexto_E_Poco()
{
    var contexto = new EF4Context();
 
    var pedido = new Pedido();
 
    pedido.Itens.Add(new ItemPedido
    {
        Produto = "Novo Produto",
        Quantidade = 5,
        Pedido = pedido
    });
 
    contexto.AddObject("PedidoSet", pedido);
    contexto.SaveChanges();
}

Depois este:

[TestMethod]
public void Deve_Obter_Todos_Os_Pedidos_Do_Banco_Usando_Contexto_E_Pocos()
{
    var contexto = new EF4Context();
 
    var pedidos = contexto.Pedidos.ToList();
 
    Assert.IsTrue(pedidos.Count > 0);
}

E por fim este:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
[TestMethod]
public void Deve_Selecionar_1_Pedido_Do_Banco_Usando_Contexto_E_Pocos()
{
    var contexto = new EF4Context();
    contexto.ContextOptions.LazyLoadingEnabled = true;
 
    var pedido = contexto.Pedidos
                            .Where(p => p.Id == 1).Single();
 
    Assert.AreEqual(1, pedido.Id);
    Assert.IsTrue(pedido.Itens.Count > 0);
    Assert.AreEqual("Novo Produto", pedido.Itens[0].Produto);
}

Percebam como na linha 5 habilitamos o lazy loading para que as propriedades sejam carregadas no momento em que forem chamadas apenas.

E se fizermos uma consulta no banco de dados, veremos que de fato os dados estão lá:


Bom pessoal, é isso.
Esta é uma das funcionalidades presentes no Entity Framework 4.0. É claro que existe muita coisa a ser explorada ainda, e existem muitas coisas a serem feitas ainda, mas é um enorme avanço poder trabalhar com POCOs e utilizar os recursos de uma ferrmenta ORM como o EF. Poder dar “tchau” para os SqlConnection, SqlCommand, ExecuteScalar, etc, é algo realmente incrível.

Espero que tenham gostado. Dúvidas, críticas e sugestões me enviem email ou comentários.

Abraços,
Vinicius Quaiato.

IronRuby: Rodando Ruby dentro do .NET

Filed Under (.NET, .NET 4.0, IronRuby) by Vinicius Quaiato on 21-01-2010

Tagged Under : , , ,

O IronRuby é um port da linguagem Ruby para ser executada juntamente com o .Net Framework.
Atualmente o IronRuby está em release candidate(versão 1.0 – RC1), e em algum tempo devemos ter a versão oficial.

A idéia aqui não é descrever em pormenores os detalhes da linguagem Ruby, pois inúmeras referências podem ser encontradas na web: Ruby on Br é uma delas.

Vou demonstrar como começar a utilizar o IronRuby juntamente com as bibliotecas do .Net e como produzir algum código.

Vamos iniciar instalando o IronRuby, e para isso faça o download no site oficial do Ironruby no CodePlex aqui. Eu utilizei a versão Windows Installer.
Execute este instalador após o download, ele irá extrair os arquivos para uma pasta especificada.

Assim como a maioria das linguagens dinâmicas o IronRuby possui um console interativo, onde podemos escrever código e testar seu uso. E é desta forma que trabalharemos neste primeiro momento.

Execute o console do IronRuby, que deve ser encontrado na [pasta de instalação]\bin\ir.exe.

Você deverá ver uma tela semelhante a esta:

IronRuby Console

IronRuby Console

Agora já podemos começar a escrever nosso código Ruby/IronRuby.
Como nosso primeiro código, vamos criar uma classe que terá apenas um método, um famoso Olá Mundo:

class OlaIronRuby
    def DigaOi
	puts "Olá Mundo IronRuby!"
    end
end

Quando digitarmos esse código no console do IronRuby esta classe estará disponível para uso, e a utilizaremos assim:

instancia = OlaIronRuby.new

E fazemos a chamada para o método assim:

instancia.DigaOi

Abaixo vocês conferem todo o código no console do IronRuby:

Criando instancia de classe no IronRuby

Criando instancia de classe no IronRuby

Agora vamos criar uma nova classe que irá trabalhar com bibliotecas do framework.
Para referenciarmos um assembly no console, vamos utilizar o require ‘nome do assembly’, como pode ser visto no código abaixo, onde utilizamos o WindowsForms.MessageBox para exibir uma mensagem usando o IronRuby:

require 'System.Windows.Forms'
 
System::Windows::Forms::MessageBox.show "Olá MessageBox!"

E o resultado podemos ver aqui:

Usando MessageBox com IronRuby

Usando MessageBox com IronRuby

Podemos ainda criar aplicações WPF por exemplo. Para isso vamos digitar nosso código em um arquivo e salvá-lo como WpfIronRuby.rb, o código pode ser visto abaixo:

require 'wpf'
include Wpf
 
janela = Wpf::Window.new
janela.Title = 'WPF com IronRuby'
janela.content = Wpf::TextBlock.new
janela.content.text = "Janela WPF usando IronRuby!"
janela.content.font_size = 60
 
app = Application.new
app.run janela

Para este código funcionar eu copiei o arquivo wpf.rb da pasta [instalação do ironruby]\Samples\Tutorial\app\wpf.rb para [instalação do ironruby]\Lib\ironruby

Para executar a aplicação eu abri o command do windows e naveguei a até a pasta onde salvei o arquivo, no meu caso o Desktop e digitei: ir.exe WpfIronRuby.rb como pode ser visto na imagem abaixo:



Rodando aplicação Wpf com IronRuby

Rodando aplicação Wpf com IronRuby

Bom galera, é isso.
O ironRuby ainda está saindo do forno, e com certeza será(e já é) uma grande soma para o .Net Framework.

Qualquer dúvida, mail-me ou comentem.

Abraços,
Vinicius Quaiato.

DynamicObject: dinamismo no .NET 4.0

Filed Under (.NET, .NET 4.0, Visual Studio 2010) by Vinicius Quaiato on 23-12-2009

Tagged Under : , , , ,

Continuando a falar de dynamic no .NET 4.0, vamos falar um pouco sobre DynamicObject.

DynamicObject é uma classe abstrata que permite definir quais operações podem ser feitas em um objeto dynamic e como estas operações são realizadas.

Falei um pouco sobre ExpandoObject aqui, que é um tipo de objeto dynamic.

Para não dizer que esta é uma das novas features e que ela é inútil, estou envolvido em um projeto e se esta feature já estivesse disponível em versão realease, eu já estaria utilizando a mesma por necessidades do projeto.

Bom para dar um exemplo, vamos imaginar que estamos implementando um provider customizado para sessões em nossa aplicação.
Muitas vezes não queremos ter que escrever algo como minhaSessao["Usuario"], afinal se sabemos que sempre haverá um Usuario na sessão ele poderia ser uma propriedade. Com DynamicObject podemos fazer isso (primeiro vou escrever os testes):

[TestMethod]
public void Deve_Criar_Uma_Propriedade_Nome_No_Objeto_Dinamico()
{
    dynamic sessaoDinamica = new SessaoDinamica();
    sessaoDinamica.Nome = "Vinicius";
 
    Assert.AreEqual(sessaoDinamica.Nome, "Vinicius");
}

E a classe SessaoDinamica:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
public class SessaoDinamica : DynamicObject
{
    private Dictionary<string, object> sessionItems = new Dictionary<string, object>();
 
    public override bool TrySetMember(SetMemberBinder binder, object value)
    {
        sessionItems[binder.Name.ToLower()] = value;
 
        return true;
    }
 
    public override bool TryGetMember(GetMemberBinder binder, out object result)
    {
        return sessionItems.TryGetValue(binder.Name.ToLower(), out result);
    }
}

Podemos notar na linha 1 que nossa classe herda de DynamicObject, que como foi dito é uma classe abstrata.
Na linha 3 definimos um dicionário para ser a coleção de itens da nossa sessão.
Nas linhas 5 a 10 fazemos um override em um dos métodos da classe DynamicObject. O método TrySetMember é que fará toda a mágica. Quando uma propriedade for chamada no objeto dynamic o .net irá verificar se esta propriedade existe de fato e caso ela não exista o método TrySetMember será então chamado. Dentro deste método estamos atribuindo o nome da propriedade chamada à uma chave do nosso dicionário, e o valor que foi atribuído a ela para o valor do item do dicionário.
Pronto! Com isso já é possível chamar qualquer propriedade na nossa sessão.
Nas linhas 13 a 15 fazemos o mesmo mas para um get. Sempre que tentar obter um valor de uma propriedade em um objeto dynamic o .net irá verificar se a propriedade existe, e caso não exista será chamado o método TryGetMember.

Com isso podemos executar o código do teste abaixo:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
[TestMethod]
public void Deve_Criar_Uma_Propriedade_Nome_E_outra_Sobrenome()
{
    dynamic sessaoDinamica = new SessaoDinamica();
    sessaoDinamica.Nome = "Vinicius";
    sessaoDinamica.Sobrenome = "Quaiato";
 
    Assert.AreEqual(sessaoDinamica.Nome, "Vinicius");
    Assert.AreEqual(sessaoDinamica.sobrenome, "Quaiato");
}

Nas linhas 5 e 6 estamos setando duas propriedade que “não existem” definidas na nossa classe SessaoDinamica, mas o TrySetMember está fazendo a mágica “por baixo dos panos”.
E nas linhas 8 e 9 estamos obtendo o valor das duas propriedades e o TryGetMember está fazendo a mágica também.
Note que na linha 9 usamos a propriedade com letra minúscula, podendo trabalhar com elas de modo case-sensitive ou case-insensitive.

É isso galera.
Tenho certeza que as capacidades dinâmicas do .net 4 irão fornecer base para muitos trabalhos interessantes, tanto em projetos na comunidade quanto em projetos particulares.

Qualquer dúvida é só postar aqui ou escrever um email.

Abraços,
Vinicius Quaiato.

ExpandoObject: dinamismo no .NET 4.0

Filed Under (.NET, .NET 4.0, Visual Studio 2010) by Vinicius Quaiato on 15-12-2009

Tagged Under : , , , ,

Fala galera, hoje vamos falar um pouco sobre dynamic no .NET 4.0.

Dynamic é um novo tipo introduzido no .net framework 4.0, é um tipo estático assim como os outros tipos do framework, no entanto ele ignora as verificações estáticas em tempo de compilação.
Deve-se prestar atenção, então, aos erros que podem acontecer em runtime, pois um código que não existe e seja chamado gerará um erro em tempo de execução.

Alguns podem achar que isso é um problema, esse papo todo de runtime e etc, eu já não enxergo desta maneira, vejo como uma oportunidade para novas criações.
Diversas empresas e projetos que trabalham com .net se deparam em situações onde a equipe diz:
“Ah se isso fosse diferente… Poderíamos fazer de forma mais simples ou legível…”.
Isso não é uma coisa ruim, é um sinal de que em algumas situações necessitamos de algo mais dinâmico do que o que o .net proporciona (proporcionava) até então.

Bom vamos falar um pouco do ExpandoObject.
ExpandoObject é um objeto que pode ter membros adicionados ou removidos dinâmicamente. Com ele é possível definirmos métodos e propriedades em tempo de execução.
Talvez muitos de nós não vejamos vantagens neste tipo de feature logo de início, mas para muitos será uma feature muito interessante e que proporcionará um grande avanço.

Vamos imaginar o seguinte cenário para a utilização do ExpandoObject:
Um sistema consome diversos webservices de empresas distintas de um mesmo segmento, porém, para cada usuário do sistema configuramos uma permissão diferente aos serviços oferecidos por estes webservices.
Vejamos um código de exemplo (lembrando que você precisa do Visual Studio 2010 beta 2).

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
using System;
using System.Dynamic;
 
namespace ExpandoObjectApplication
{
    class Program
    {
        static void Main(string[] args)
        {
            dynamic objetoDinamico = new ExpandoObject();
            dynamic Sistema1 = new ExpandoObject();
            dynamic Sistema2 = new ExpandoObject();
 
            Sistema1.PodeAcessar = false;
            Sistema1.AlgumaAcao = (Func<string>)(() =>
            {
                if (Sistema1.PodeAcessar)
                    return "AlgumaAcao no Sistema1";
                else
                    return "Você não pode acessar este serviço";
            });
            objetoDinamico.Sistema1 = Sistema1;
 
            Sistema2.PodeAcessar = true;
            Sistema2.OutraAcao = (Func<int>)(() =>
            {
                if (Sistema2.PodeAcessar)
                    return 1 + 1;
                else
                    throw new Exception("Você não pode acessar este serviço");
            });
            objetoDinamico.Sistema2 = Sistema2;
 
            Console.WriteLine("objetoDinamico.Sistema1.AlgumaAcao: {0}", objetoDinamico.Sistema1.AlgumaAcao());
 
            Console.WriteLine("objetoDinamico.Sistema2.OutraAcao: {0}", objetoDinamico.Sistema2.OutraAcao());
 
            Console.ReadKey();
        }
    }
}

Na linha 2 incluímos uma referência para System.Dynamic, necessário para utilizar o ExpandoObject.
nas linhas 10, 11 e 12 criamos 3 objetos dynamic do tipo ExpandoObject. O primeiro objeto será nosso objeto de permissões. Os objetos Sistema1 e Sistema2 serão cada um a permissão e o acesso ao serviço de terceiros.
Na linha 14 nós criamos uma propriedade em Sistema1 e setamos o seu valor para false.
Nas linhas 15 a 21 estamos definindo um método para o objeto Sistema1. Este método verifica se a propriedade PodeAcessar está com o valor true e então executa o corpo do método.
Na linha 22 dizemos que a propriedade Sistema1 do objeto objetoDinamico é do tipo ExpandoObject, e setamos o seu valor atribuindo a ela o objeto Sistema1.
Nas linhas 24 a 32 fazemos as mesmas coisas para o objeto Sistema2.

O resultado pode ser conferido na imagem a seguir:

Resultado ExpandoObject

Resultado ExpandoObject

Uma das desvantagens para quem está acostumado com o Visual Studio é que os objetos dynamic não possuem intellisense. Talvez isso não seja algo ruim, ou talvez seja, depende bastante do cenário em que é utilizado.

Dynamic object intellisense

Dynamic object intellisense

É isso galera, um outro exemplo do uso de ExpandoObject pode ser visto aqui.

Att,
Vinicius Quaiato.